_Aprimorando a gestão de investimentos: reafirmando a competitividade em uma era bancaria digital de Open Finance

Contexto & Problema de Negócio

Com o Open Finance sendo implementado pelo Banco Central, a digitalização dos bancos deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade para poder se manter competitivo.

“A nova fonte de poder não é o dinheiro nas mãos de poucos, mas informação nas mãos de muitos

Parafraseando a fala de John Naisbitt, a implementação do Open Finance torna a informação bancaria que antes era restrita somente ao banco detentor da conta, acessível na mão dos seus concorrentes, se esse for o desejo do cliente.

Assim, a informação acessível, gera uma “corrida do ouro” dos bancos por viabilizar e conquistar informações do seu cliente com objetivo de evitar evasões, ao mesmo tempo que aumenta sua captação, com ofertas cada vez mais adequadas e coerentes ao perfil dos clientes.

Oportunidade de negócio

Fazer essa digitalização bancária não é algo fácil, ao mesmo tempo que precisava correr para viabilizar formas do cliente trazer suas informações de outros bancos, era necessário gerar serviços que também possibilitassem ao cliente levar suas informações para outros bancos, tudo isso em meio as regras, leis e normas determinadas pelo Banco Central.

Dentro desse contexto, muitas instituições financeiras viram nas startups que tinham como proposta a consolidação de carteira de investimento, uma forma de acelerar essa digitalização e compartilhamento dos dados.

E a partir da aquisição de uma dessas startups por parte do banco, é que surge a demanda de utilizarmos os recursos da plataforma adquirida, para fornecer aos gerentes uma forma prática de consolidação dos dados.

Imergindo no problema

Validação técnica da primeira alternativa…
Delineando o problema

Reestruturando a Hipótese

Mapeando Jornadas & Funcionalidades

Com a hipótese de se fazer um Single Sign-On, toda a arquitetura e sistema da plataforma adquirida seria aproveitada, sendo utilizada como um whitelabel, incorporando as necessidades de consolidação dos gerentes e se adequando da melhor forma possível a jornada da plataforma principal já existente.

Para isso era necessário mapear as jornadas e funcionalidades existentes nessa nova plataforma, afim de entender quais recursos poderíamos reaproveitar e as adequações que seriam necessárias.

Com o objetivo de realizar esse mapeamento, planejamos uma dinâmica onde envolveríamos área técnica (arquitetos de negócio e de sistemas), negócio (POs e VSO) e principais envolvidos interessados (Gerentes).

Essa dinâmica contaria com 6 encontros, com o propósito de desdobramos cada parte da jornada.

CSD + Benchmark

Havíamos levantado as possibilidades e redesenhado a alternativa, para aquela que melhor poderia atender as necessidades dos gerentes e que estivessem alinhadas as estratégias que vinham sendo traçadas pelo negócio. No entanto agora precisávamos entrar melhor nos detalhes das regras de negócio e nas limitações técnicas que precisaríamos atender.

Usamos uma matriz CSD para levantarmos as informações e restrições que precisaríamos levar em consideração na hora de estar projetando as soluções. E na sequencia realizamos um benchmark que validado junto aos envolvidos chaves nos permitiu avaliar que funcionalidades precisaríamos levar em consideração no projeto.